terça-feira, 29 de setembro de 2009

Onde cabe tanto amor?

Quando eu estava grávida eu não ficava muito a vontade para conversar com a Nathalia na barriga, as vezes quando ia tomar banho eu cantava pra ela, quando ia dormir eu dava boa noite e bom dia quando acordava de manhã, mas nunca fui de ficar horas conversando, as vezes ficava com remorso porque muitas mães diziam que conversavam e eu pensava que ela não iria gostar de mim, não ia me reconhecer (pura bobagem).
Um dia comentei com uma amiga que amava a Nathalia mas não sentia akele amor que todas as mães diziam sentir, eu amava mais o Rogério do que a Nathalia que estava na barriga, daeh minha amiga me tranquilizou e disse que quando ela nascesse eu saberia o que era amor de verdade.
Dito e feito!
Quando escutei o chorinho dela, quando olhei nos olhinhos dela, quando a segurei nos meus braços pela primeira vez foi uma explosão de amor, algo que nunca havia sentido na minha vida, algo maior que qualquer amor na face da terra, uma amor sem limites, sem barreiras, sem falsidade, sem exigir nada em troca, o amor mais puro que podemos ter no coração e o mais engraçado é que esse amor fica maior a cada dia, será que é possível?
Por ela eu sou uma pessoa muito melhor, muito mais humana e mais forte também, por ela eu mato e morro.
Ela é a única pessoa nesse mundo que eu nunca deixaria de amar, não importa a suas atitudes, não importa nada, eu simplesmente amo, por amar, simples assim.
Agora posso entender o amor tão grande que Jesus tem por nós, agora sei porque Ele se deu por nós na cruz, porque somos seus filhos amados e apesar das nossas falhas Ele nos ama acima de qualquer coisa.

Obrigada Senhor por ter o privilégio de sentir esse amor tão grande, obrigada pelo privilégio de ser a mãe da Nathalia!
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